Algo sobre as cores dos modos

Algo sobre as cores dos modos

Por Leandro Fonseca

Eu acho meio chato explicar as músicas. Pra mim, é como ter que explicar uma piada. Mas música instrumental carece justamente do texto e para o músico, ou estudante, talvez seja interessante poder fazer algumas observações sobre conceitos. Por isso, escrevi esta pequena explanação sobre La Reina.

Em relação à sonoridade, o Mixolídio seria um modo meio suspenso, transitório, mais claro do que o Frígio que seria um modo mais tenso, misterioso e exótico.

O Frígio é comumente associado ao som da música mediterrânea, em especial, à música espanhola que tem forte influência da música árabe. Já o Mixolídio é bastante comum no folclore da Região Nordeste do Brasil.

Quanto à improvisação, ou seja, quando os modos assumem a função de escala dos acordes, o Frígio é associado a um acorde suspenso com nona menor – sus4(b9) -, enquanto o Mixolídio está relacionado com acordes do tipo dominante (maiores ou suspensos com a sétima menor).

Neste ponto, o modo Mixolídio e o Frígio se aglutinam, já que a terça menor do Frígio pode ser tratada como uma nona aumentada e, assim, ele assume uma opção de escala para acordes dominantes alterados (maiores ou suspensos com a sétima menor, com nona menor, nona aumentada e décima terceira menor). Note que, neste caso, a terça maior do acorde não está inclusa no modo.

Um dos modos sintéticos da menor melódica, o Frígio 6, é aplicado sobre acordes dominantes com nona menor, nona aumentada e décima terceira. O modo Frígio Maior, ou Mixolídio b9 b13, modo sintético da escala menor harmônica, também é aplicado sobre acordes dominantes com nona menor e décima terceira menor, sendo comum, ainda, a inclusão da nona aumentada, transformando o modo em uma escala de oito notas.

Resumindo, ao conciliar a nona menor, nota característica do Frígio, com estruturas dominantes, é possível observar uma conexão entre esses dois modos.

Frígio -> Frígio 6 -> Frígio Maior = Mixolídio b9 b13 -> Mixolídio b9 -> Mixolídio (escuro pro claro)

Em La Reina, o modo base para a composição foi o Mixolídio b9, mas existe essa mistura de influências da música mediterrânea e da música brasileira em uma música que é mais prog e metal do que qualquer outra coisa.

Ah, e há uma brincadeira com o nome da música. La Reina é A Rainha em espanhol, mas a música gira em torno da nota Lá, ou seja, Lá Reina.

Pompeii é um outro exemplo. O modo utilizado é o Mi Frígio 6 #4 (Mi Fá Sol Lá# Si Dó# Ré Mi). A primeira parte apresenta um dedilhado meio misterioso e, em seguida, aparece uma parte contrastante, com uma sonoridade mais brasileira, em intervalos de sexta. Na reapresentação da primeira parte, a bateria já assume um ritmo de baião. O modo Mixolídio #4 (ou Lídio b7) seria a opção mais convencional para uma situação como essa. Novamente existe essa fusão de algo mais Frígio, mais misterioso, mais espanhol com algo mais Mixolídio, mais nordestino, mais brasileiro.

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Compositor, Professor, Músico, Produtor e Diretor da Mousikê
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Lançamento de Paternoster

Lançamento de Paternoster

Por Leandro Fonseca

Paternoster é o nome do meu novo trabalho.

O lançamento ocorre neste sábado, dia 15 de fevereiro de 2020.

O álbum conta com seis faixas instrumentais que passeiam entre a música brasileira, o jazz e o metal progressivo.

Se trata de uma continuação do EP anterior: Sator Square Suite.

Os nomes das músicas remetem à erupção do vulcão Vesúvio, que destruiu Pompéia em 79 D.C.

Participam do álbum: Adriano Silva (bateria e percussão), Arthur Braga (piano), Denis Miranda e Leonardo Miyata (bateria), Leandro Fonseca (guitarra), Lucas Ervolino e Matheus Manente (baixo), Tassio Rossi (violão) e Sonny Mena (saxofone).

Track List:

1. The Alpha
2. Pliny The Younger
3. Pliny The Elder
4. Vesuvius
5. Pompeii
6. The Omega

Todas as músicas foram produzidas e compostas por mim. Gravado no estúdio da Mousikê (São Paulo).

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Digitações para a Escala Pentatônica no Baixo

O intervalo de quinta é a base para a construção de uma das escalas mais conhecidas e usadas no mundo todo: a pentatônica (escala de cinco notas). Talvez a mais universal de todas, se pensarmos na sua antiguidade e na primazia de que desfruta nas músicas dos mais diferentes pontos do planeta.

Essa escala é gerada a partir de uma série de quintas sucessivas. Se tomarmos a nota fá como ponto de partida, teremos como sua quinta superior a nota dó, cuja quinta por sua vez, é sol, cuja quinta será ré, que tem sua quinta em lá (fá-dó-sol-ré-lá).

Colocando esse grupo de notas em ordem, em relação de vizinhança, teremos: fá-sol-lá-dó-ré. Essas cinco notas reunidas no âmbito de uma oitava constituem uma escala de larga aplicabilidade, encontrável na China, na Indonésia, na África ou na América.

Transpondo o seu conjunto para um semitom acima, elas coincidem com as teclas pretas do piano.

A Escala Pentatônica Maior é formada pela sequência intervalar F 2M 3M 5J 6M.
A Escala Pentatônica Menor é formada pela sequência intervalar F 3m 4J 5J 7m.

As digitações abaixo servem para Láb Maior e Fá Menor.

Bons estudos!

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Referências:
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. São Paulo: Companhia das Letras, 1989

Digitações para a Escala Maior Harmônica e seus modos

Este é um post para os guitarristas.

Nada como conhecer bem o braço da guitarra e saber localizar com facilidade qualquer nota em qualquer região. Mas a guitarra é um instrumento que possibilita a utilização de desenhos de digitação e isso ajuda bastante quem está começando – e até quem já toca – a ter mais fluência, desenvolver a velocidade, mudar de tom ou de escala, ou de acorde ou qualquer outro elemento com mais facilidade.

Sendo assim, aqui eu disponibilizo os desenhos fechados de digitação da Escala Maior Harmônica e de seus modos sintéticos. Informações teóricas sobre essa escala você encontra aqui.

A Escala Maior Harmônica é a qurta grande escala geradora de modos interessantes, a saber, Escala Diatônica, Menor Melódica, Menor Harmônica, Maior Harmônica, Menor Melódica b5 e Menor Melódica #5. A Escala Maior Harmônica possui um intervalo de segunda aumentada, o que lhe confere também aquele sabor oriental/mediterrânico/árabe.

Lick com o modo Mixolídio b9 em Lá

Os desenhos estão em Dó Maior Harmônica e servem para os modos:

Dó Jônio b6 – Dó Ré Mi Fá Sol Láb Si Dó
Ré Dório b5 – Ré Mi Fá Sol Láb Si Dó Ré
Mi Frígio b4 – Mi Fá Sol Láb Si Dó Ré Mi
Fá Lídio b3 – Fá Sol Láb Si Dó Ré Mi Fá
Sol Mixolídio b9 – Sol Láb Si Dó Ré Mi Fá Sol
Lá Lídio #5 #9 – Láb Si Dó Ré Mi Fá Sol Láb
Si Lócrio º7 – Si Dó Ré Mi Fá Sol Láb Si

Bons estudos!

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Intervalos Compostos

Para fecharmos o assunto intervalo e suas classificações, veremos agora os Intervalos Compostos.

Recapitulando

– primeiro nós vimos a classificação dos intervalos de quinta: todas as quintas naturais são justas, exceto si – fá (quinta diminuta);
– depois, passamos pelos intervalos de terça: dó – mi, fá – lá e sol – si são terças maiores, as demais terças formadas entre notas naturais são menores;
– e, por último, os intervalos de sétima: dó – si e fá – mi são sétimas maiores, as demais sétimas formadas entre notas naturais são menores; *um semitom abaixo da oitava é uma sétima maior, um tom abaixo da oitava é uma sétima menor e um tom e meio abaixo da oitava é uma sétima diminuta.

Intervalos Compostos

Os intervalos compostos são aqueles que ultrapassam uma oitava.
Lembrando que a oitava é a repetição do som fundamental em um registro mais agudo.
Assim, os próximos intervalos, depois da oitava, seriam: a nona (repetição da segunda), a décima (repetição da terça), a décima primeira (repetição da quarta), a décima
segunda (repetição da quinta), a décima terceira (repetição da sexta) e a décima quarta (repetição da sétima).

Os intervalos que já estudamos, quintas, terças e sétimas, não usam essa classificação composta, continuam sendo quintas, terças e sétimas, mesmo quando ultrapassam a
oitava.

Os intervalos de segunda, quarta e sexta – nona, décima primeira e décima terceira, respectivamente, quando ultrapassam a oitava – ainda não tinham sido mencionados.
Os intervalos compostos de nona, décima primeira e décima terceira, recebem a mesma classificação que os intervalos simples de segunda, quarta e sexta.
Vamos a eles.

Segunda (ou Nona)

– a segunda menor é um intervalo de 1 semitom;
– a segunda maior é um intervalo de 1 tom ou 2 semitons;
– a segunda aumentada é um intervalo de 1,5 tom ou 3 semitons;

Entre as notas naturais:

– os intervalos mi – fá e si – dó são segundas menores, todos os outros (dó – ré, ré – mi, fá – sol, sol – lá e lá – si) são segundas maiores.
* não existe segunda aumentada entre notas naturais, sempre haverá algum acidente.

Quarta (ou Décima Primeira)

– a quarta justa é um intervalo de 2,5 tons ou 5 semitons;
– a quarta é uma inversão da quinta, logo, todas as quartas são justas, exceto fá – si;
– a quarta aumentada é um intervalo de 3 tons.

Sexta (ou Décima Terceira)

– a sexta menor é um intervalo de 4 tons ou 8 semitons;
– a sexta maior é um intervalo de 4,5 tons ou 9 semitons;
– a sexta aumentada é um intervalo de 5 tons ou 10 semitons;

A segunda está entre a fundamental e a terça, a quarta está entre a terça e a quinta e a sexta está entre a quinta e a sétima.
Você pode se apoiar nos outros intervalos já estudados (quintas, terças e sétimas) para classificar os novos.

Por fim, uma tabela com todos os intervalos e sua classificações:

intervalos tabela

Bons estudos!

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Leandro Fonseca – Compositor, Professor, Músico, Produtor e Diretor da Mousikê  fb.com/leandrofonsecatgk

Dia Internacional do Jazz

Dia Internacional do Jazz

Hoje, 30 de abril, é comemorado o Dia Internacional Do Jazz.

Em novembro de 2011, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) designou oficialmente a data para homenagear o jazz e seu papel diplomático de unir pessoas em todos os cantos do globo.

A celebração deste dia tem como objetivo sensibilizar o público em geral sobre as virtudes do jazz como uma ferramenta educacional e como motor de paz, unidade, diálogo e fortalecimento da cooperação entre os povos. É uma oportunidade para difundir a ideia de que o jazz não é apenas um gênero musical, mas também contribui para a construção de sociedades mais inclusivas.

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A história do Jazz é escrita através da busca pela dignidade humana, democracia e direitos civis e dá força à luta contra a discriminação e o racismo.

  • O jazz quebra barreiras e cria oportunidades para compreensão e tolerância mútuas;
  • O jazz promove a liberdade de expressão;
  • O jazz reduz as tensões entre indivíduos, grupos e comunidades;
  • O jazz incentiva a inovação artística, a improvisação, novas formas de expressão e a inclusão de formas musicais tradicionais em novas;
  • O jazz estimula o diálogo intercultural e capacita os jovens de sociedades marginalizadas.

O jazz é um florescimento da beleza nascido da opressão – a música da improvisação e da criação coletiva. A liberdade e a abertura estão em seu núcleo, permitindo que ela seja adotada por culturas de todo o mundo, enriquecidas por cada uma com sua própria história musical e notas específicas. Dá voz às lutas e aspirações de milhões de pessoas e representa um símbolo incrível da liberdade de expressão e da dignidade humana. É uma linguagem universal de paz em um momento de crescente discórdia e divisão.

Vamos celebrar!

https://en.unesco.org/commemorations/jazzday

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Masterclass Paul Gilbert

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Tive a oportunidade de assistir à masterclass do guitarrista Paul Gilbert em Coimbra, no dia 12 de abril de 2019. Realizada no auditório da Casa do Juíz e organizada por Marco Matos, da Scherzo Academia de Música e Artes, trata-se da segunda edição do Virtuosos da Guitarra, que teve Guthrie Govan como convidado na primeira edição.

Gilbert, além dos trabalhos com Mr. Big e Racer-X, mantém desde 1998 uma intensa carreira solo com uma invejável discografia.

Acompanhado pelo baixista Miguel Falcão e pelo baterista Sérgio Marques, Paul Gilbert tocou músicas próprias, como a nova Havin’ it, do album Behold Electric Guitar, e também alguns covers como Don’t Take Me For A Loser, do Gary Moore, Love Me Do, dos Beatles e Owner Of A Lonely Heart, do Yes, executando a linha vocal na guitarra.

Em aproximadamente duas horas, além das músicas, Paul falou sobre sua técnica, comentando o movimento dos ombros e do pulso, sobre interpretação e também um pouco de teoria musical básica – formação de acordes, tercinas e intervalos.

Abaixo o vídeo de Love Me Do, registrado por mim:

Algumas fotos na minha página no Facebook

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Campo Harmônico

Campo Harmônico

Harmonia, s.f. 1. Sucessão de sons agradáveis ao ouvido; 2. arte de formar e dispor os acordes musicais; 3. disposição ordenada entre as partes de um todo; 4. suavidade de estilo; 5. concórdia; paz e amizade entre pessoas; 6. proporção; simetria; 7. coerência.

Harmônico, adj. 1. Concernente a harmonia; 2. em que há harmonia; harmonioso; 3. regular; coerente; proporcionado.

Amora (1998)

Harmonia: o ensino dos complexos sonoros (acordes) e de suas possibilidades de encadeamento, tendo em conta seus valores arquitetônicos, melódicos e rítmicos e suas relações de equilíbrio.

Schoenberg (1911)

A palavra harmonia no âmbito musical está sempre relacionada com acordes. Harmonia é o estudo dos acordes e suas relações e/ou funções.

Os harmônicos estão relacionados com a série harmônica, que também tem tudo a ver com formação de acordes, mas não é assunto para este post.

Campo, s.m. física 1. Região que se encontra sob a influência de alguma força ou agente físico; sentido figurado 2. área em que se desenvolve determinada atividade; 3. assunto, motivo, tema; 4. esfera de ação; domínio, âmbito.

Dicionário do Google (2018)

Campo Harmônico é, então, um grupo ou conjunto (Campo) de acordes (Harmônico), gerado a partir de uma escala. Usamos normalmente para isso nossas seis grandes escalas.

Empilhando as notas das escalas em intervalos de terça (em dó maior, por exemplo: acorde I – dó mi sol si = C7M, acorde II – ré fá lá dó = Dm7, e, assim por diante, usando apenas notas da escala em questão), obtemos os campos:

Diatônico: C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)
Menor Melódico: Cm(7M) Dm7 Eb7M(#5) F7 G7 Am7(b5) Bm7(b5)
Menor Harmônico: Cm(7M) Dm7(b5) Eb7M(#5) Fm7 G7 Ab7M Bº
Maior Harmônico: C7M Dm7(b5) Em7 Fm(7M) G7 Ab7M(#5) Bº
Menor Melódico #5: Cm(7M#5) Dm7 Eb7M(#3#5) F7 G#º Am(7Mb5) Bm7(b5)
Menor Melódico b5: Cm(7Mb5) Dm7 Ebm(7M#5) F7 Gb7M(#3#5) Aº Bm7(b5)

Para o campo harmônico em tríades, desconsidere as sétimas.

Dúvidas?
Entre em contato pelo e-mail: mousike@mousike.art.br

Referências:

AMORA, Antônio Soares Minidicionário Soares Amora da língua portuguesa. 4ª ed – São Paulo: Editora Saraiva, 1998.

SCHOENBERG, Arnold Harmonia. São Paulo: Editora UNESP, 2001.

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Sétimas e Tétrades

Sétimas e Tétrades

Depois de passar por quintas, terças e tríades, vamos às sétimas e tétrades.

Sétimas

O intervalo de sétima pode ser classificado de 3 formas:
– a sétima diminuta (º7) é um intervalo de 4,5 tons ou 9 semitons;
– a sétima menor (7) é um intervalo de 5 tons ou 10 semitons;
– e a sétima maior (7M) é um intervalo de 5,5 tons ou 11 semitons.

Entre as notas naturais:

– os intervalos dó – si e fá – mi são sétimas maiores, todos os outros (ré – dó, mi – ré, sol – fá, lá – sol e si – lá) são sétimas menores.
* não existe sétima diminuta entre notas naturais, sempre haverá algum acidente.

Com acidentes:

Se dó – si é uma sétima maior, o que seria do – sib?
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Uma sétima menor.

E qual seria a sétima diminuta de lá?
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Se lá – sol é uma sétima menor, lá – solb seria uma sétima diminuta.

Podemos pensar nas sétimas à partir da oitava:
– semitom abaixo da oitava está a sétima maior;
– 1 tom abaixo da oitava está a sétima menor;
– 1,5 tom abaixo da oitava está a sétima diminuta.

Tétrades

– ao acrescentar um intervalo de sétima à uma tríade, formamos uma tétrade, ou seja, um acorde formado por 4 notas: a fundamental (que dá nome à tétrade), uma terça, uma quinta e uma sétima.
* qualquer combinação de 4 notas pode ser considerada uma tétrade, porém, na prática musical, as formações derivadas de empilhamentos de terça (tríades + sétimas) são mais comuns e usuais.

Vejamos os sete tipos de tétrades que aparecem nos quatro campos harmônicos gerados pelas quatro grandes escalas e como são cifrados (exemplos em C):

Tríade aumentada + 7M = C7M(#5)
Tríade maior + 7M = C7M
Tríade maior + 7 = C7
Tríade menor + 7M = Cm(7M)
Tríade menor + 7 = Cm7
Tríade diminuta + 7 = Cm7(b5) ouø
Tríade diminuta + º7 = Cº

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Guitarra Pentatônica – Minicurso

Guitarra Pentatônica – Minicurso

Curso teórico e prático, com duração de 6 aulas.

Professor: Leandro Fonseca

Turma 1 – Início dia 22/08/2018
As aulas serão ministradas semanalmente, às quartas-feiras, das 20h às 22h.

Turma 2 – Início dia 23/08/2018
As aulas serão ministradas semanalmente, às quintas-feiras, das 20h às 22h.

Público alvo: iniciante/intermediário

Pré-requisitos:
– Imprescindível ter disponibilidade para estudar 30 minutos diários e realizar os exercícios propostos.
– Poder participar do Guitar Hero no dia 29/09/2018 – conclusão do curso

Valores
Investimento: 2 parcelas de R$150 (sem taxa de matrícula)
Aluno Mousikê: 2 parcelas de R$120

Programa Resumido

Escrita Musical
Escalas
Escala Pentatonica
Introdução à Harmonia
Blues e Rock
Introdução à Improvisação

Inscrições até o dia 18/08/2018.

*sujeito à formação de turmas